ASSISTIR E NÃO RELATAR O BULLYING É SER CÚMPLICE

Quando se fala de bullying ou assédio moral, normalmente se coloca o foco sobre a vítima e o agressor, mas o que acontece com todos os espectadores que estão cientes do que está acontecendo e não fazem nada? Em definitivo, não são outra coisa, que cúmplices de quem agride, insulta, ignora, difama, ameaça, chantageia ou espalha fofocas. Em um caso de assédio moral não há somente dois envolvidos: vítima e agressor, há três, pois, devemos sim, acrescentar o espectador.

Existem várias razões que explicam por que as crianças decidem não fazer nada quando vêem que outra criança é o foco do bullying escolar. Talvez tenham medo e acreditem que os agressores possam lhe prejudicar ou não tenham empatia e sequer, tentado sequer se colocar no lugar do que sofre. Outra das razões que levam as crianças a calar diante desses comportamentos é o medo de ser chamado de "dedo duro", que normalmente é uma figura muito mal vista.


Mas é importante e fundamental para conseguir parar como bullying, ensinar nossos filhos que não é dedo duro quem decide contar o que está acontecendo e tão pouco defender e apoiar quem sofre a agressão.


A atitude de defender a vítima e denunciar a prática do bullying pode salvar vidas!

Os espectadores/cúmplices de um caso de assédio moral agem da seguinte forma

- Eles mostram indiferença à violência;

- Eles podem até começar a participar ou encorajar o praticante do bullying;

- Eles vêem estas situações como normal e não fazem nada para impedi-los;

- Às vezes eles se sentem culpados, mas não agem por medo de represálias;

- Sua atitude é baseada na submissão à do agressor.

Se você não pratica o bullying como agressor, mas ri e apóia as atitudes dele, está sendo cúmplice da ação.

É preciso deixar de rir da vítima do bullying, deixar de ser espectador e ficar calado.

O que os professores podem fazer para parar o bullying

As escolas devem, necessariamente, incluir atividades e programas para prevenir, detectar e intervir em casos de crianças e adolescentes que sofrem ações de bullying .

Em muitos casos, o assédio moral ocorre na escola, e em nesse caso, o professor não pode ser um espectador de tais fatos ou minimizá-los. Para eles, os especialistas dão estas orientações:

- Se não for detectado qualquer caso de assédio : sempre observar qualquer alteração no comportamento da criança ou adolescente, afim de identificar o que está acontecendo e não minimizar situações de violência, em hipótese alguma e também incentivar os alunos a não permanecerem em silêncio em caso de eles sofrerem assédio.


- Se você já detectou o caso de bullying : deve investigar, reunir informações e conversar com as 3 partes, informar as famílias e a diretoria da escola para adotar medidas tendo em conta as regras da escola. Também é necessário informar os órgãos educacionais relevantes.

E NUNCA, jamais, em qualquer caso, PERMANECER EM SILÊNCIO.

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