3 PASSOS PARA MANTER A CALMA QUANDO SEU FILHO PERDE A CALMA


Ver o seu filho em sofrimento, e especialmente se essa angústia é direcionada a você, é a experiência mais desconcertante que existe. Raiva, insegurança e outros sentimentos destrutivos rapidamente nublam o seu pensamento.


E como seria se você pudesse trabalhar para colocar esses pensamentos de lado, e de uma forma análoga à meditação, concentrar-se em estar presente no momento, concentrar-se em lembrar de respirar? Isso ajudaria você a se concentrar no seu filho, e na tarefa imediata diante de você, ao invés de suas implicações globais. E um outro post, vou falar e ensinar você a praticar MINDFULNESS.


Quando nossos filhos fazem malcriação, batem, ou estão simplesmente em sofrimento, é natural que nós entremos em pânico. Mergulhamos no cenário “lutar, fugir ou congelar” porque que nos sentimos em uma emergência. É preciso entender que é natural que os filhos tenham sentimentos intensos, e também é natural expressá-los. Agora se nós perdermos o controle quando nossos filhos ficam chateados, nós passaremos a mensagem de que seus sentimentos não são permitidos, o que não irá ajudá-los a aprender a regular suas emoções. Pior ainda, nós estamos dizendo que nós não podemos nos controlar até que eles controlem a si mesmos!


Independente que eles tenham 5 ou 15 anos, não é isso que queremos oferecer como modelo e sabemos que podemos lidar melhor com qualquer situação na criação de filhos quando estamos calmos pois, quando estamos sob o domínio de emoções fortes, nós não conseguimos pensar. Dessa forma, não nos ajudaremos muito menos conseguiremos ajudá-los. Então o que fazer?

Existem três passos que ajudarão você a se manter calma, e ainda evitar que o seu filho fique chateado com tanta frequência.


PASSO 1: REGULE AS SUAS PRÓPRIAS EMOÇÕES. PARE, LARGUE tudo o que você estiver fazendo e RESPIRE profundamente. Diminua a pressão: lembre-se de que não há nenhuma emergência. Ninguém está morrendo. Mude seus pensamentos: diga mentalmente um pequeno mantra: “Ele está agindo como uma criança porque ele É uma criança. Eu sou o adulto aqui.” Alivie fisicamente a sua tensão: perceba onde você está acumulando tensão no seu corpo e sacuda ela para fora. Respire fundo e expire. Faça um som alto, mas algo que não seja ameaçador. Muitas vezes a água nos ajuda a acalmar. Segure suas mãos embaixo de uma água corrente, ou beba um pouco de água. Esteja aqui agora (mindfulness). Se você conseguir se trazer para o momento presente, sua tristeza irá embora. Isto porque quando estamos tristes, na verdade, estamos reagindo exageradamente. Nós temos emoções desencadeadas pelo passado (“Meus pais já teriam me batido por ter falado algo assim!”) ou pelo medo do futuro (“Meu filho vai ser um sociopata!”). Neste momento, se você conseguir deixar isso tudo passar, não vai existir nenhuma emergência. Você só precisa dar conta daquele momento.


PASSO 2: MUDE A ENERGIA. Faça coisas emocionalmente seguras. Diga “Nós estamos tendo um momento difícil, querido. Vamos tentar fazer tudo de novo.” Use a Empatia. Reconheça a perspectiva do seu filho. “Parece que você quer _____.” Encontre um denominador comum. “Você precisa de ______ e eu preciso de ______. Como nós podemos resolver isso?” Conecte-se com o seu filho. Neste momento, que ação provocaria a cura? Todo o resto pode esperar. Ajude o seu filho a ficar emocionalmente regulada. Crianças normalmente conseguem fazer isso de maneira mais eficiente quando choram na segurança dos nossos braços/presença. Agora que você está calmo, você pode oferecer a sua compaixão para ajudá-lo a sentir-se seguro o suficiente para chorar. Respire durante todo o processo, sempre se lembrando que as lágrimas do seu filho são sua maneira de abrir o coração e reconectar.


PASSO 3: APRENDA A LIÇÃO. Quando você estiver calmo, reflita no que você pode aprender com o que aconteceu. Como você pode dar suporte a si mesma para permanecer mais emocionalmente regulada? (Permita-se mais tempo, durma mais, menos compromissos, veja as coisas sob a perspectiva do seu filho.) Ensine. Mais tarde, quando você e seu filho estiverem sentindo-se calmos e conectados, diga “Nós tivemos um momento difícil hoje, não é? Desculpa, eu fiquei chateada. Eu acho que fiquei preocupada. Eu tenho trabalhado duro para não gritar. O que cada um de nós pode fazer diferente da próxima vez?” Mude. Se esta é uma situação recorrente, faça uma lista de possíveis soluções e comece a tentar por elas. A vida é muito curta para sofrer os mesmos problemas de novo e de novo. Claro que você não lembrará destes passos no calor do momento. Então, por que não imprimir uma cola e carregá-la por aí com você? Com alguns meses de prática, você não vai nem lembrar da última vez que você perdeu as estribeiras.

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